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| Quando três milhons de galegos falarem galego e escreverem português ou galego-português, como língua de cultura, estará findo em glória o drama crucial que tem afligido o povo da Galiza (Rgues Lapa, em "Estudos Galego-portugueses") |
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Pergunta
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Se cadaquem luta pelo seu "próprio idioma" nunca poderemos defender o que temos. |
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Resposta
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O quê é que temos? Um dialecto no que se oficializa qualquer castelanismo em uso? Que tem que introducir grafismos inúteis para que a gente que esteja afeita a escrever em castelhano não escreva com gralhas? Que tem que inventar palavras que só a utilizam na "tevê autonómica"? Que não serve para utilizar na escola, nos cafés, e em toda parte?
De maneira semelhante, o que quer dizer "lutar"? Conseguir que o alcaide de "La Coruña" tire o L do nome? Defender o "galego" em igualdade com o castelhano, para convivirem "harmonicamente"? Fazer que a gente o utilize em qualquer momento e lugar, diante de qualquer pessoa?
Diante dum aserto tão pouco concreto pouca coisa se pode responder. |
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Nenhuma |
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