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MDL > Campanhas > Uma[ Segunda-feira, 11 December 2006, 19:17h ø ]
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Uma
Português no ensino desde já!!! - Carta do BNG para o MDL

 
Com data 25 de Fevereiro de 2003, o Bloco Nacionalista Galego (B.N.G.) envia para o MDL uma carta que diz:
Santiago de Compostela, 25 de Febreiro de 2003.
 
Por encomenda de Dna Pilar Garcia Negro, envio-lhe cópia da iniciativa apresentada no Rexistro do Parlamento, esperando sexa do seu interese.
 
Ficando ao seu dispor, un saúdo.
Ofª Parlamentar do BNG.
 
Á Mesa do Parlamento

O Grupo Parlamentar do Bloque Nacionalista Galego (BNG), a iniciativa da sua deputada Maria Pilar Garcia Negro e ao abeiro do disposto no Regulamento da Câmara, apresenta aseguinte Proposición non de lei, para o seu debate en Comisión, relativa ao ensino do português no sistema escolar público do noso país.
 
A filosofia oficial sobre a língua galega preocupou-se sempre mais de "independizar" a sua existência face o português do que, en boa lóxica, reforzar a sua "consanguinidade" e todas as vantaxes que para ela reportaria a relación côas outras variantes -portugués de Portugal, do Brasil, doutros países do mundo- do comun sistema, do que mesmamente é orixe e matriz a língua da Galiza..
 
Por sobre este arredismo absolutamente supérfluo e contraproducente, mais un paradoxo se abre na situación de case total descoñecimento do portugués e das literaturas escritas en portugués na Galiza e é que tamén non funcionan como matérias "estranxeiras". Quer dicer, nen gozan dos direitos que se conceden ao próximo e (seica) inevitábel, o español, nen teñen en absoluto, os direitos indiscutidos que se conceden ao inglês ou a calquer outra língua presente no ensino obrigatório, quer como troncal, quer como optativa. O resultado é un ermo brutal: son illós escasísimos, en toda a Galiza, contadísimos centros, onde o português se pode estudar, sequer como optativa. Desde logo depende da petición do centro, non de nengunha planificación emanada da Consellaria de Educación e Ordenación Universitária. Resulta non só paradoxal e antieconómico senón, mesmo, doloroso sabermos que o governo de Extremadura presta máis atención e recursos a contactos e relacións con Portugal, que tamén lhes é fronteirizo, do que a Xunta de Galiza fai ao respeito. No caso galego, aliás, non se trata -a relación con Portugal, en concreto- dunha simples cuestión de proximidade xeográfica ou de "fronteira" natural, senón da necesária reposición histórica cultural e económica que as institucións autonómicas galegas, os poderes públicos galegos, deberan ser os primairos en promoveren e activaren, máis de 20 anos após se constituir a Comunidade Autónoma Galega.
 
Enfin, de duas, unha: ou naturaliza-se na Galiza o ensino da língua e da literatura e cultura portuguesa e en português, como necesidade e conveniência inobxectábeis, e que só reportaria vantaxes, ou, como mínimo, admite-se e programa-se o ensino das mesmas como matéria optativa nos níveis correspondentes do ensino obrigatório e do ensino post-obrigatório.
 
Por iso formulamos a seguinte Proposición non de lei:
 
O Parlamento de Galiza insta á Xunta de Galiza a:
  1. Estudar e prever, con aplicación no curso 2003-2004, a implantación xeneralizada, nos I.E.S. e en todos os centros onde se imparte educación secundária de todo o país, o ensino, como matéria optativa, da Língua e Literatura Portuguesa.
  2. Programar, desde a Consellaria de Educación e Ordenación Universitaria, con eventual colaboración doutras Consellarias, viaxes e intercámbios escolares entre os centros de ensino da Galiza e de Portugal.
  3. Enviar aos centros de ensino do noso país materiais didácticos, incluídos audiovisuais, que podan resultar de proveito para o ensino da(s) disciplina(s) mancionadas no ponto 1.
Santiago de Compostela, 3 de febreiro de 2003.
 
Asdo.: Maria Pilar Garcia Negro.
Deputada e portavoz s. Do G.P. do BNG.
 
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