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Agressons desde a Universidade de Vigo |
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31-May-2000 |
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Professores da Universidade de Vigo pretendem impedir que a gente use o "gallego lusista"
Recentemente, ouvírom-se desde a Universidade de Vigo umhas curiosas declaraçons sobre a nossa opçom normativa, da boca dos ilustres do(c)entes Alberto Álvarez Lugrís, Silvia Montero Küpper e Ana Luna Alonso. Estes aguerridos defensores "del gallego correcto", heróis da segunda forma do artigo, querem proibir o português da Galiza na universidade. Esta tolerante e democrata postura toma-se porque eles consideram ser o português um perigo terrível para "la normalización del gallego", por isso que fazem um valente acto de denúncia perante "el uso indiscriminado del gallego lusista". O seu pensamento exprime-se com nitidez em frases como: "no se puede permitir que el gallego lusista se use en documentos oficiales", "los partidarios del gallego lusista son cuatro ao cinco, muy pocos, pero hacen mucho ruído", ou na exigência que fazem perante o "Servicio de Normalización Lingüística" (sic) para que "extreme su vigilancia", chegando até anunciar umha possível manifestaçom. Normal que se espavorizem porque o português -chamado "gallego lusista" por eles- se utilize "indiscriminadamente", quando até hoje fora "discriminado". Compreendemos perfeitamente o seu sobressalto ao descobrir que existem cidadaos/ás que o utilizam, mesmo em público e até -oh, horror- em documentos oficiais, mesmo lógico que achem "tamaño desafuero" intolerável na democrata Universidade de Vigo e supomos que pouco lhe deve faltar para reclamar dos poderes públicos o oportuno e necessário auto de fé com fogueira purificadora incluída. Europa, arrepende-te, que a inquisiçom espanhola nom descansa. Se somos "cuatro gatos haciendo ruido", por que é que se alarmam tanto?.... Será que temos a razom? |