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Por volta de trescentas pessoas seguirom os actos cos que se celebrou o Dia das Letras na cidade
Apesar do sol abrasador, a Praça da Lenha e a Praça da Verdura enchérom-se de gente para desfrutar dos espectáculos com os que a Assembleia Reintegracionista Ene Agá, o Movimento Defesa da Língua e o local social Reviravolta, com a colaboraçom do Concelho de Ponte Vedra celebravam a festa da Língua.
A partir das onze e meia as ruas da zona velha enchérom-se dos ritmos afrobrasileiros da percussom de Trópico de Grelos que fôrom acompanhados no seu percurso por abondosos passeantes. Aginha, de volta na Praça da Lenha, o grupo Lemorai aproximou a ledice de ritmos de toda a lusofonia aos assistentes, enntretanto os membros de Trópico voltavam atronar as ruas.
A continuaçom, a Festa trasladou-se à Praça da Verdura, onde o grupo Os Quinquilláns mostrárom a estreia mundial do espectáculo Moby Dick. Esta obra, que causou sensaçom entre os mais novos, e os nom tam novos, é umha adaptaçom cómica do clássico de Herman Melville, cum espectacular atrezzo que incluia umha baleia branca inchável que saiu desde o suportais da Casa da Luz.
De cara às duas da tarde, o próprio concelheiro de Cultura, Luis Bará, subia ao palco da Praça da Lenha para anunciar a esperada actuaçom da Orquestra Gente de Encanta de Paraiba, que fijo a sua última actuaçom na Galiza antes de voltar para o Brasil. Na sua intervençom, Bará salientou a importáncia de termos umha língua internacional que une países tam distantes coma a Galiza e o Brasil.
Os actos da manhá fechárom-se com a actuaçom de Códia e Miolo, conta-contos que apresentárom umha história de sapos e luas e outra sobre o tio lobo que engaiolárom os mais cativos ao tempo que faziam rir de boa gana os maiores e que mantivo cheia a praça até passadas as três da tarde.
Já na tarde, o local social Reviravolta acolhia, à sete, o acto de entrega de prémios do certame de criaçom Em Movimento e a exposiçom na que se mostravam os trabalhos apresentados. Quase trinta propostas artísticas que unicamente tenhem em comum o facto de ocupar unicamente um fólio poderám ver-se neste local da rua Arzebispo Malvar até o vindouro dia 1 de junho. Ramiro Vidal Alvariño, de Oleiros, Catuxa Cortizas Leira de Ferrol, e um anónimo D. Sebastiám Rei de Portugal fôrom os premiados.
Enquanto ao bookcrossing artelhado polas organizaçons convocantes, pudo-se comprovar como em poucas horas dessapareciam da ruas todas as obras deitadas lá e como muitas pessoas perguntavam interessadas por esta iniciativa pioneira, na que se libertárom um total de 140 livros galegos e portugueses. Os interessados poderám consultar no endereço www.gz.bookcrossing.com a lista de livros libertados e o jeito em que os mesmos irám passando de mao em mao.
Em geral, as organizaçons convocante (Ene Agá, MDL e Reviravolta) consideram um completo êxito a convocatória, tanto a nível de público como enquanto a qualidade dos artistas presentes nesta ediçom. Dum jeito especial estám altamente satisfeitos pola acolhida do bookcrossing, e queren agradecer a estreita colaboraçom e o apoio económico com o que o Concelho de Ponte Vedra permitiu que estes projectos fossem adiante, bem coma a participaçom do próprio Luís Bará nos actos da festa.
Referências nos média
- Portal Galego da Língua:
-Notícia no Conselho da Cultura Galega
- La Voz de Galicia:
- Diario de Pontevedra: festal-pv2004-dp-p1.pdf | festal-pv2004-dp-p2.pdf (desactualizado) - ..além de outros média e foros que não reproduzimos aqui por diferentes motivos (no Faro de Vigo só para subscriptores, só aparecem os nossos textos convidando para a festa sem contribuições acrescentadas, etc) |