Quem somos
A Coordenadora Galega de Roteiros

"Dizes que Galiza é mui pequena?
Isso depende do tamanho do teu espírito.
Quanto mais pequeno tenhas o espírito
mais terra precisarás.
Se Galiza che parece pequena é porque
não tens azos para conceber nada grande".
A.R. CASTELÃO
Caminhando pela GalizaIsso depende do tamanho do teu espírito.
Quanto mais pequeno tenhas o espírito
mais terra precisarás.
Se Galiza che parece pequena é porque
não tens azos para conceber nada grande".
A.R. CASTELÃO
No sábado, dia 26 de Janeiro de 2002, diferentes grupos culturais e linguísticos da Galiza acordaram a formação de uma coordenadora de âmbito galego para a organização conjunta de actividades de ar livre: a "COGARRO" (Coordenadora Galega de Roteiros).Na mesma reunião aprovou-se também um amplo calendário de actividades para aquele ano 2002, o qual foi cumprido quase em totalidade: oito rotas em dez meses; oito diferentes zonas do país para caminhar e desfrutar, de Março a Novembro.
Foi e é uma iniciativa muito ambiciosa que pretende abrir caminhos ao longo e largo de toda Galiza.
Fazendo Memória Histórica
Os roteiros estão concebidos sob o epígrafe "Fazendo Memória Histórica", mas, que memória histórica nos interessa? Não nos importamos da historiografia oficial que tem, para o exclusivo serviço da sua própria memória, publicações, ensino, historiadores...
Importamo-nos da "outra" memória: a silenciada, a oculta, nomeadamente a mais recente a nós próprias/os (franquismo, fugidos, guerrilha...), ainda que não só. Quer isto dizer que os caminhos são estudados para acompanhar a trajectória vital de pessoas concretas que desenvolveram um compromisso com o país ou que se viram levadas a isso: o Piloto, o Langulho, a guerrilha no canhão do Sil, o massacre do Cambedo, etc., são exemplos destes interesses.
Nestes percursos tiramos conclusões, falamos com gente que viveu essas situações, conhecemos a opinião de estudiosos do tema e às vezes até vemos ou escutamos materiais audiovisuais de arquivo. Se, aliás, nos nossos caminhos aparecem igrejas, castelos, vias romanas, castros...bem vindos são e explicados também.
Caminhos para todas
E se, além de inquietudes festivas e históricas, tens também interesse por temas naturalistas, ecológicos ou mesmo desportivos, estes roteiros, uns mais do que outros, também tocam esses aspectos. Em todos eles se dão explicações sobre a flora, fauna, paisagem, geografia, etc., e, em alguns deles, uma explicação mais pelo miúdo sobre a economia, recursos e diferentes problemas (ambientais, sociais, políticos...) da zona.
No aspecto desportivo, alguns roteiros, como o do Canhão do Sil, Vilarinho de Conso e a Descida do Minho em Tui, contam com passeios em barca, e uma quase competição de canoas no caso do último. A descida às Covas dos Fugidos nas verticais ladeiras do Sil e o passeio à beira da barragem das Portas, em Vilarinho de Conso, contam com certo nível de dificuldade e mesmo de risco.
A alguns deles podem acudir mesmo crianças, como ao Roteiro da Raia, que transcorre por lugares chãos, e a Descida do Minho, que conta mesmo com uma programação de actividades específicas para miúdos.
Importamo-nos da "outra" memória: a silenciada, a oculta, nomeadamente a mais recente a nós próprias/os (franquismo, fugidos, guerrilha...), ainda que não só. Quer isto dizer que os caminhos são estudados para acompanhar a trajectória vital de pessoas concretas que desenvolveram um compromisso com o país ou que se viram levadas a isso: o Piloto, o Langulho, a guerrilha no canhão do Sil, o massacre do Cambedo, etc., são exemplos destes interesses.
Nestes percursos tiramos conclusões, falamos com gente que viveu essas situações, conhecemos a opinião de estudiosos do tema e às vezes até vemos ou escutamos materiais audiovisuais de arquivo. Se, aliás, nos nossos caminhos aparecem igrejas, castelos, vias romanas, castros...bem vindos são e explicados também.
Caminhos para todas
E se, além de inquietudes festivas e históricas, tens também interesse por temas naturalistas, ecológicos ou mesmo desportivos, estes roteiros, uns mais do que outros, também tocam esses aspectos. Em todos eles se dão explicações sobre a flora, fauna, paisagem, geografia, etc., e, em alguns deles, uma explicação mais pelo miúdo sobre a economia, recursos e diferentes problemas (ambientais, sociais, políticos...) da zona.No aspecto desportivo, alguns roteiros, como o do Canhão do Sil, Vilarinho de Conso e a Descida do Minho em Tui, contam com passeios em barca, e uma quase competição de canoas no caso do último. A descida às Covas dos Fugidos nas verticais ladeiras do Sil e o passeio à beira da barragem das Portas, em Vilarinho de Conso, contam com certo nível de dificuldade e mesmo de risco.
A alguns deles podem acudir mesmo crianças, como ao Roteiro da Raia, que transcorre por lugares chãos, e a Descida do Minho, que conta mesmo com uma programação de actividades específicas para miúdos.
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Membros da Coordenadora:
Colectivo Lemavo
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